O espetáculo T.A.T.O. – Tecidos Abertos em Tensões Opostas apoia-se na percepção do contato físico, nas relações entre os individuos, Percebendo e mergulhando nestes contatos, busca-se oposição e desconstruções corporais que levan tensões físicas, espaciais e musicais. O espaço cênico inspira-se no universo urbano, num contexto abstrato e árido, com seus obstáculos e movimentos. Composto de objetos em pêndulo, os bailarinos manipulam estes objetos, formando oposições entre o epaço ea movimentação. A obra de A. Shonenberg - Verklärte Nacht instiga o dialogo entre os diversos elementos da cena, ressaltando o contraste entre o contemporâneo e o clássico. 

T.A.T.O. coloca em cena 18 bailarinos às voltas com o contato físico, o sentido do toque nas relações pessoais e as tensões que advém daí.

Fundado em 1968 com o nome de Corpo de Baile Municipal, a companhia de dança tinha como proposta acompanhar as óperas do Teatro Municipal e se apresentar com as obras do repertório clássico. Em 1974 sob a direção Antonio Carlos Cardoso, a companhia assumiu o perfil de dança contemporâneo, que mantém até hoje.


Balé da Cidade de São Paulo  

“T.A.T.O.” 35’

Música: A. Schoenberg: “Noite Transfigurada” 
op. 4 - Orquestra Sinfônica Municipal
Coreografia: Jorge Garcia
Regência: Luís Gustavo Petri
Cenografia: La Tintota
Desenho de Luz: Ari Buccioni
Figurino: João Pimenta