O projeto nasceu do coletivo BijaRi, como uma maneira de política-poética de ocupar a cidade. E Recebi o convite com o desafio de desenhar e realizar essas bikes boa praça!

Partimos de um triciclo e fomos encontrando as necessidades e centro de gravidade dos bancos e floreiras para resolver o problema da estabilidade e transportabilidade. Desenhamos bancos retráteis para poder transportar as bikes e que possam transitar pela rua, Galerias e centros culturais.

Em termos gerais, a ideia é que qualquer pequeno espaço da cidade possa ter um banco, vegetação e uma sombra. Esses elementos são conectados na figura das bicicletas adaptadas que se transformam em pequenas praças articuláveis entre si.
Um ponto bastante inovador da exposição é o senso de coletivo. A tendência de coletividade permeia há algum tempo as ações que buscam tornar o espaço público mais habitável, então o Bijari leva essa tendência para o colecionismo de arte: cada peça exposta na Choque Cultural faz parte de um todo e tem seu significado completado na presença das demais, ou seja, as peças se convertem em praça apenas se juntas.